cap2_img3.jpgo eixo norte-sul está inclinado 23º e 30 minutos em relação a esse plano e aponta sempre na mesma direcção. Como se vê na figura anterior, existe uma região ao longo da órbita da Terra em que o Pólo Norte não está iluminado pela luz do Sol, enquanto que o Pólo Sul recebe luz. Nessas alturas é Inverno no hemisfério Norte e Verão no hemisfério Sul. Quando o Pólo Norte fica mais inclinado na direcção do Sol começa o Verão no hemisfério Norte: é o solstício de Junho, o dia com mais horas de luz no hemisfério Norte.
A Terra roda em torno do Sol e o seu eixo aponta sempre na mesma direcção. São estes factos que fazem com que haja Verão e Inverno nas regiões acima e abaixo dos trópicos de Câncer e Capricórnio. Na região equatorial, as diferenças entre Verão e Inverno são menos acentuadas.
A trajectória do movimento da Terra em torno do Sol só é aproximadamente circular. De facto, existe uma altura do ano em que a Terra está mais próxima do Sol. É no dia 4 de Janeiro, em pleno Inverno no hemisfério Norte MIGUEL DUARTE Nº16 7ºBl


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Os dias e as noites no Mundo?

A Terra roda em torno de um eixo imaginário (movimento de rotação)que passa pelo o Pólo Norte e pelo Pólo Sul, e ao fim de 24 horas dá uma volta completa sobre si mesma. Assim, de 24 horas em 24 horas há um dia (12 horas) e uma noite (12 horas).

Durante o movimento de rotação da Terra em torno do Sol, o eixo Pólo Norte-Pólo Sul mantêm-se a apontar na mesma direcção.

Se se imaginar que a órbita da Terra está num plano, então o eixo Norte-Sul está inclinado 23º30' (23 graus e 30 minutos) em relação a esse plano e aponta sempre nessa direcção. Existe uma região ao longo da órbita da Terra em que o Pólo Norte não está iluminado pela luz solar, enquanto que o Pólo Sul recebe luz. Nessas alturas é Inverno no Hemisfério Norte e Verão no Hemisfério Sul, mas quando o Pólo Norte fica mais inclinado para o Sol, no Hemisfério Norte começa o Verão (solstício de Junho, o dia com mais horas de luz no Hemisfério Norte).

A Terra roda sempre em torno do Sol, estando o seu eixo a apontar sempre para a mesma direcção. São estes os factos que fazem com que hajam as 4 estações do ano nas regiões acima e abaixo dos trópicos de Câncer e Capricórnio.

Na região do equador as diferenças entre o Verão e o Inverno são menos rigorosas.

No dia 4 de Janeiro a Terra está mais próxima do Sol (em pleno Inverno).

Porque acontece os dias e noites do mundo?

Como a Terra é iluminada pelo Sol, é sempre metade de sua superfície que, num certo instante, recebe a luz solar. Nessa região o Sol é visível no céu, sendo, portanto, dia. Na outra, escura, é noite, não estando o Sol presente no céu. À medida que a Terra vai girando em torno de seu eixo imaginário, a luz solar vai progressivamente atingindo diferentes regiões da Terra, provocando o movimento do Sol de leste para oeste e produzindo a sucessão dos dias e das noites.

Elaborado por:

Inês Fernandes, nº5-7ºb

Inês Elisiário, nº6-7ºb

Isabel Almeida, nº7-7ºb






Os dias e as noites no Mundo

Solstício
Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, duranexternal image estacoes.jpgte seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em Dezembro e em Junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no Verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no Inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de Verão ocorre por volta do dia 21 de Junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de Dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de Verão ocorre em Dezembro e o solstício de Inverno ocorre em Junho. Os momentos exatos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia (consulte a tabela abaixo para os valores de alguns anos).
Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio).
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de Verão no hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à Terra na linha do Trópico de Capricórnio. No solstício de Inverno do hemisfério sul, ocorre a mesma coisa no Trópico de Câncer.

Equinocio


Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente, (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto onde a eclíptica cruza o equador celeste.
A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocasexternal image solst.jpgo) o instante em que o círculo solar encontra-se metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.
Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro e definem as mudanças de estação. No hemisfério norte a primavera inicia em março e o outono em setembro. No hemisfério sul é o contrário, a primavera inicia em setembro e o outono em março.
As datas dos equinócios variam de um ano para outro devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim, num ano comum, tendo 365 dias e portanto mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns, as datas tendem a adiantar-se um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso devido à intercalação do dia 29 de fevereiro.
Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a atrasar-se. Isto implica, que ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendem a ocorrer cada vez mais cedo. Assim, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que, por volta do ano 2040, passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá desfazer-se no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.
Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).
Jorge Barros 7ºB Nº12





A Terra roda em torno de um eixo imaginário que liga o Pólo Norte ao Pólo Sul, e ao fim de 24 horas dá uma volta completa sobre si mesma. Assim, de 24 em 24 horas há um dia e uma noite.


Durante o movimento de rotação da Terra em torno do Sol, o eixo Pólo Norte-Pólo Sul mantém-se a apontar na mesma direcção.Se fizesses uma viagem espacial para longe da Terra, do Sol e da Lua, verias, ao longo de um ano, a Terra a movimentar-se da seguinte maneira:


Se imaginares que a órbita da Terra está num plano — o plano da órbita da Terra — então o eixo norte-sul está inclinado 23º e 30 minutos em relação a esse plano e aponta sempre na mesma direcção. Como se vê na figura anterior, existe uma região ao longo da órbita da Terra em que o Pólo Norte não está iluminado pela luz do Sol, enquanto que o Pólo Sul recebe luz. Nessas alturas é Inverno no hemisfério Norte e Verão no hemisfério Sul. Quando o Pólo Norte fica mais inclinado na direcção do Sol começa o Verão no hemisfério Norte: é o solstício de Junho, o dia com mais horas de luz no hemisfério Norte.

A Terra roda em torno do Sol e o seu eixo aponta sempre na mesma direcção. São estes factos que fazem com que haja Verão e Inverno nas regiões acima e abaixo dos trópicos de Câncer e Capricórnio. Na região equatorial, as diferenças entre Verão e Inverno são menos acentuadas.

Se nos solstícios olhasses para a Terra e para o Sol de uma nave espacial, ao nível do plano da órbita da Terra, verias o seguinte:

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Solstício de Junho
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Solstício de Dezembro

A trajectória do movimento da Terra em torno do Sol só é aproximadamente circular. De facto, existe uma altura do ano em que a Terra está mais próxima do Sol. É no dia 4 de Janeiro, em pleno Inverno no hemisfério Norte
Equinócio é uma palavra que deriva do latim (aequinoctium), e significa “noite igual”, e refere-se ao momento do ano em que a duração do dia é igual à da noite sobre toda a Terra.
Astronomicamente isto se dá quando a Terra atinge uma posição em sua órbita onde o Sol parece estar situado exatamente na intersecção do círculo do Equador Celeste com o círculo da Eclíptica; ou seja, instante em que o Sol no seu movimento anual aparente pela Eclíptica, corta o Equador Celeste, apresentando declinação de 0º.
A palavra Solstício, deriva do latim, sol + sistere (solstitium), que significa parado, imobilizado e está associada à idéia de que o Sol estaria como que estacionário.
Marca a época do ano em o Sol, no seu movimento aparente na esfera celeste, atinge o máximo afastamento angular do Equador.
É considerado Solstício de Verão (22/06) no hemisfério norte e de inverno no hemisfério sul, quando o Sol ingressa a 0º do Signo de Câncer, quando o Sol alcança sua máxima declinação norte, 23º27'. Neste momento, o Sol “imobiliza” seu movimento gradual para o sentido sul e passa a dirigir-se na direção do pólo norte.
Na figura abaixo, veja uma representação da insolação terrestre relativa a este Solstício. Neste período a Terra recebe maior intensidade de luz solar no hemisfério norte.
Trabalho realizado por:
  • Diogo Azevedo nº3 7ºB






Duração do Dia e da Noite


O homem e todos os animais do planeta percebem o dia e a noite. O comportamento dos seres vivos altera se de acordo com a presença ou ausência de luz solar, mas saber como ocorrem os dias e as noites foi uma descoberta bastante demorada. Na antiguidade, era possível encontrar os pontos cardeais, saber a ordem de distância dos planetas até a Terra, calcular quantos dias tinha o ano e prever as estações. No entanto, acreditava-se que o dia e a noite ocorriam porque o céu girava ao redor da Terra enquanto ela permanecia parada.
Se observarmos atentamente o céu, a sensação que temos é tudo gira ao nosso redor enquanto estamos parados e por causa disso pensava-se que a Terra estava no centro do universo. Só quando o homem deixou de pensar que a Terra era o centro do universo é que se considerou a possibilidade dela girar enquanto o céu permanecia parado. Isso aconteceu no fim do século XV, quando Nicolau Copérnico verificou que os planetas não podiam ser encontrados nas posições previstas por cálculos quando a Terra era considerada o centro do Universo. Por isso ele lançou uma teoria em que o Sol estava no centro e todos os outros planetas giravam ao seu redor. Posteriormente Johannes Kepler (que viveu na mesma época de Galileu) conseguiu calcular a órbita de Marte ao redor do Sol. Mas, o fato da Terra girar e não o céu só foi confirmado com o aparecimento da luneta. Com ela Galileu pode observar que havia outras luas girando ao redor do planeta Júpiter e que o próprio Júpiter girava sobre si mesmo. Esses fatos levaram os astrónomos a concluir que a Terra era apenas um planeta como os outros e não o centro do universo. Assim ficou entendido que o dia e a noite ocorrem porque a Terra gira ao redor de um eixo imaginário como se fosse um pião.
Um dos movimentos próprios da Terra é a rotação. Ela gira como se fosse um pião, sobre um eixo imaginário, chamado de "eixo da Terra", que passa pelos pólos e aponta para a estrela Polar. A Terra demora 24 horas para completar uma volta. Como ela gira sempre com a mesma velocidade (não pára ou acelera) nós não percebemos esse giro, percebemos apenas o céu a girar no sentido contrário, movimento aparente do céu por isso pensou-se durante muito tempo que tudo girava ao redor da Terra. Olhando para as estrelas durante a noite podemos perceber isso, as estrelas que estão próximas do horizonte do lado leste sobem para o alto do céu e as que estão do lado oeste desaparecem abaixo do horizonte. Na verdade só percebemos isso porque estamos a girar juntamente com a Terra no sentido contrário ao movimento que estamos a ver.






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Sabendo que a Terra dá uma volta completa ao redor do seu eixo a cada 24 horas podemos pensar que o período de luz, isto é, que o dia claro tem 12 horas e o período de escuro ou noite também tem 12 horas. E as maiorias das pessoas acreditam que ao meio dia o Sol passa sobre as nossas cabeças e a nossa sombra fica sob nossos pés.



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Miguel Rocha nº18
Tiago barros nº20




Os dias e as noites no mundo


Os dias e as noites no mundo ocorrem graças ao movimento de rotação, ou seja, movimento em torno do seu próprio eixo (que vai do Pólo Norte ao Pólo Sul) .A terra demora 24 horas a dar uma volta em torno do eixo imaginário, fazendo com que o Sol a ilumine de forma desigual. A luz solar só chega à parte do planeta que está virada para o Sol. Os habitantes que estão virados para o Sol têm luz - é o período diurno (dia) -, enquanto os outros estão às escuras – é o período nocturno (noite).( Este efeito pode ser simulado com um globo e uma lâmpada numa sala escurecida). Por isso existem lugares no planeta de noite e outros de dia. Quando dizemos “é dia” não nos referimos ao tempo de um rotação completa da Terra em torno do seu eixo, mas sim ao período diurno, ou seja, ao tempo de permanência do Sol acima do horizonte (linha que separa a superfície terrestre do céu).

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4- Meio Dia
3- Meio Dia
2- Quase anoitecer
1- Noite



Elaborado por:
î Mariana Ribeiro 7ºB





Dias e noites no mundo




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Como a Terra é iluminada pelo Sol, é sempre metade de sua superfície que, num certo instante, recebe a luz solar. Nessa região o Sol é visível no céu, sendo, portanto, dia. Na outra, escura, é noite, não estando o Sol presente no céu.
À medida que a Terra vai girando em torno de seu eixo imaginário, a luz solar vai progressivamente atingindo diferentes regiões da Terra, provocando o movimento do Sol de leste para oeste e produzindo a sucessão dos dias e das noites.
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Dependendo do lugar da Terra em que estamos, observamos o Sol com trajetórias diferentes em relação ao horizonte. Se estivermos, por exemplo, num dos pólos geográficos (latitude 90º), o céu parecerá girar em torno de um eixo que passa exatamente por nós e perpendicularmente ao chão. O Sol e os demais astros descreverão trajetórias circulares, paralelas ao horizonte, sem nascer ou se pôr durante períodos de 24 horas.
Nos pólos da Terra, portanto, não existe nascente ou poente. É por isso que nessas regiões (e também em regiões próximas a eles) ocorre o fenômeno conhecido como "Sol da meia-noite", pois mesmo à noite o Sol pode estar acima do horizonte.
Nos pólos isso acontece durante seis meses seguidos. Esse período de tempo é chamado de Grande Dia Polar. Por outro lado, em outra época o Sol fica sempre abaixo do horizonte, ocorrendo a Grande Noite Polar, que dura outros seis meses.
Para observadores que estiverem na latitude de 0º (sobre o Equador da Terra), o Sol e os demais astros descreverão trajetórias perpendiculares ao horizonte. Se, no entanto, estiverem em latitudes intermediárias entre 0º e 90º, os astros vão descrever trajetórias inclinadas em relação ao horizonte.


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Elaborado por:
Marco Santos nº 21.


Os Dias e as Noites

O movimento de rotação da Terra explica a existência dos dias e das noites. De dia, uma parte dos habitantes da Terra recebe luz solar, porque a parte da superfície da Terra onde vivem está virada para o Sol, mas os habitantes da Terra que estão do outro lado não recebem essa luz. Por exemplo, em Lisboa, às 8h da manhã é de dia mas, em Nova Iorke, nos Estados Unidos, para Ocidente de Lisboa, no mesmo instante são 3h da manhã e ainda é de noite. A Terra vai girando e, em certos lugares, passa a ser noite quando era dia e, noutros lugares, do outro lado da Terra, passa a ser dia quando era noite. E isto sem nunca parar.







Quando começa o dia, vemos o Sol «nascer», no horizonte. Durante o dia, vemos o Sol percorrer o céu, num arco que vai de Este para Oeste. Ao meio-dia solar, o Sol está o mais alto possível. Quando começa a noite, dizemos que o Sol se «põe» no horizonte. Contudo, os nossos sentidos enganam-nos: não é o Sol que anda à volta da Terra, mas sim a Terra que está em rotação, virando sucessivas partes para o Sol. Vemos o Sol ir de Este para Oeste porque a Terra gira no sentido contrário, de Oeste para Este. Dizemos que o movimento do Sol é aparente. A Terra demora um
Durante um dia, vemos o Sol nascer uma vez e pôr-se uma vez. A nossa experiência indica, portanto, que, durante parte do dia é de dia (vê-se o Sol) e que, durante a outra parte é de noite. Mas essas duas partes não são, em geral, iguais. As durações do dia e da noite dependem da data do ano: no Verão, os dias são maiores do que as noites e, no Inverno, é ao contrário.

Elaborado por:
-Mariana Santos Nº15






Os Dias e as Noites

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Como a Terra é iluminada pelo Sol, é sempre metade de sua superfície que, num certo instante, recebe a luz solar. Nessa região o Sol é visível no céu, sendo, portanto, dia. Na outra, escura, é noite, não estando o Sol presente no céu.
À medida que a Terra vai girando em torno de seu eixo imaginário, a luz solar vai progressivamente atingindo diferentes regiões da Terra, provocando o movimento do Sol de leste para oeste e produzindo a sucessão dos dias e das noites.
O planeta Terra realiza diversos movimentos no espaço sideral, sendo os principais:
- Rotação ( tempo de uma rotação completa em torno do seu eixo.)
- translação (tempo de uma órbita completa em torno do sol)
- precessão e de nutação.


Os períodos resultam do aparecimento das estações do ano (verão, outono, inverno e primavera). No entanto, esse não é o único factor determinante, uma vez que deve ser levada em conta a inclinação do eixo da Terra (66° 33’) de acordo com sua própria órbita.
O tempo gasto para a realização completa do movimento de translação é de 365 dias e 6 horas, e 366 dias e 6 horas em anos bissextos.

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Planetas
Período de Translação
Período de rotação
Mercúrio
87.97 dias
58.65 dias
Vénus
224.70 dias
243.0 dias
Terra
365.25 dias
23.9 horas
Marte
686.98 dias
24.6 horas
Júpiter
11.86 anos
9.9 horas
Saturno
29.46 anos
10.7 horas
Úrano
84.01 anos
17.2 horas
Neptuno
164.79 anos
16.1 horas

Trabalho realizado por:
- Filipa Cunha Nº4
- Jéssica Pinto Nº8